Capa do livro Moby Dick, ou A baleia
Pesquisado e selecionado pela curadoria 13 a 15 anos Clássicos Aventura Literatura Estrangeira Literatura Juvenil

Moby Dick, ou A baleia

por por Irene Hirsch (Tradutor), Alexandre Barbosa de Souza (Tradutor), Albert Camus (Prefácio), Bruno Gambarotto (Posfácio), Herman Melville (Autor) & 2 mais

Editora Editora 34

Por que entrou na curadoria da Islene

Selecionado para leitores de 13 a 15 anos por favorecer coragem, natureza, arte e música e aventura. É mais adequado a uma leitura independente já consolidada.

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Ficha de leitura

Idade recomendada 13 a 15 anos
Forma de leitura Leitura independente
Nível de leitura Avançado
Tamanho do texto Longo
Ilustrações Poucas

Temas

coragem natureza arte e música aventura

Pode ajudar a

  • Criar o hábito de leitura
  • Leitores avançados
  • Melhorar o vocabulário
  • Presentear

Sobre o livro

Lançado em 1851, Moby Dick, ou A baleia, de Herman Melville (1819-1891), se tornou um dos livros de aventura mais emblemáticos da literatura universal. A história do capitão Ahab, em busca de vingança contra o terrível cachalote que amputara sua perna, entrou definitivamente para a cultura popular, inspirando, entre outras criações, pinturas de Jackson Pollock e Frank Stella, adaptações de Orson Welles para o rádio e o teatro, um filme de John Huston, e até um blues do Led Zeppelin. Mas uma leitura atenta da obra-prima de Melville pode revelar as camadas mais profundas do texto, que deram ao autor o posto de maior prosador norte-americano do século XIX. Entremeados à narrativa vão se sobressaindo múltiplos elementos: referências bíblicas que ecoam críticas da época ao nascente imperialismo dos Estados Unidos; a questão racial, personificada na figura dos três arpoadores, um negro, um índio e um nativo polinésio; a análise da extração do óleo dos cachalotes como atividade econômica industrial, incluindo uma discussão sobre a sustentabilidade da pesca das baleias; as tensões sociais, que aparecem nas relações entre superiores e subordinados e na possibilidade sempre presente de um motim ― tudo isso encenado no palco shakespeariano do convés de um baleeiro que parte de Nantucket, em Massachusetts, até chegar ao Pacífico, onde ocorre o enfrentamento final entre o obsessivo capitão Ahab e a monstruosa baleia branca. Além de trazer ensaios de Evert Duyckinck, D. H. Lawrence e F. O. Mathiessen sobre Moby Dick, que delineiam a recepção crítica do livro, esta nova edição apresenta um prefácio de Albert Camus, inédito em nosso país, e um ensaio de Bruno Gambarotto, um dos maiores especialistas brasileiros na obra de Melville.

Uma boa próxima leitura

Orgulho e Preconceito: 243

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